01/10/2010

MATUTANDO: Qual a força política do Grêmio?





Pus-me a matutar sobre a seguinte questão: Qual a força política do Grêmio? Quanto o Imortal pode fazer de força para mudar situações nos bastidores? Qual a verdadeira verdade sobre a falta de força política que nos faz tanta falta?

Pois é, analisemos a seguinte questão: O atual presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, é gremista e foi o grande presidente do clube; temos grande parte dos gaúchos famosos e influentes que torcem pelo Tricolor (isso também ajuda); Yeda Crusius, atual governadora do estado, é gremista; somos a maior torcida do Sul; estamos certamente entre os 5 maiores clubes do Brasil (na minha opinião somos o 3º); somos o clube que mais cresceu nos últimos 10 anos e estamos entre os maiores exportadores de craques do país; e muito mais. Mas mesmo assim nosso poder político é menor do que o de clubes muito menores, por quê?

Com todas essas qualidades, que faltam a muitos clubes brasileiros por aí, ainda assim temos de engolir juízes nos roubando na cara dura, sem a menor vergonha, enquanto a diretoria, tanto situação quanto na época da oposição, não fazem nada de realmente concreto para impor o poder que TODOS sabem que temos.

Não gosto de comparar o rival conosco, muito menos de dizer algo bom deles e que deveríamos ter no Grêmio (para não acharem que gostamos de copiá-los), mas a verdade é que nos falta um Fernando Carvalho da vida, que briga na CBF e consegue antecipar uma janela de transferência antes do tempo, que manda vídeo de favorecimento ilícito do Corinthians e dá à cara a tapa.

O problema no Grêmio é que é muita diplomacia incompetente e pouco enfrentamento, quando realmente é necessário. Esta na hora de exigirmos da diretoria uma postura de Grêmio e não como se fossemos um clube sem qualquer força política.

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